Ontem começou o torneio de Stanford, um torneio em hard-court WTA também conhecido por Bank of the West Classic. Neste torneio figuram jogadores de renome, como Victoria Azarenka ou Serena Williams... e também a antiga ex-número 1 Ana Ivanovic.
Sim, antiga. A agora 17ª classificada do ranking WTA não está, nem de perto nem de longe, a esse nível.
Hoje foi o seu primeiro (e único) jogo nesta edição do torneio. Quando olhei para o sorteio, pensei (como sempre) que nem era muito complicado, e que a Ana tinha tudo para defender (e até fazer melhor) a segunda ronda do ano passado... Mas, para não variar, desiludiu os fãs.
A Ana perdeu por 6-3 7-5 contra a japonesa Ayumi Morita, uma jogadora que faz ambas as pancadas de direita e esquerda a 2 mãos (tipo a Marion Bartoli, mas sem os tiques estúpidos dela).
Não vi o primeiro set, mas também não deve ter valido a pena. Começei a ver o segundo set, e ao seu segundo jogo de serviço a Ana é quebrada. Estava 3-1.
Porém, a Ana devolve logo o break, confirma e toma a vantagem de um break, dando a volta para um 4-3. Na altura pensei: pronto, agora confirma e depois quebra para fechar o set (ficando 6-3). Mas não foi o que aconteceu; Morita quebra de volta, depois há uma troca de breaks e o marcador estava nos 5-5. No jogo seguinte, a Ana não devolve o break e serve para ficar no encontro; perde o serviço (foi a zero, de facto), e Morita fecha a 6-3 7-5.
Pronto, acabou mais um torneio precocemente para a sérvia.
Na minha opinião, o principal problema desta má fase da Ana (que cada vez menos parece "só" uma fase) é o mediatismo à volta dela. Claro que a Ana é uma das tenistas mais conhecidas do mundo, e está constantemente envolvida em campanhas de solidariedade (ainda agora apresentou um livro para crianças desfavorecidas); mas isso é capaz de lhe estar a retirar a atenção do que realmente importa - o ténis.
Por exemplo, em Roland Garros foi aquela grande cerimónia do sorteio das rondas, e a Ana esteve presente e foi uma das principais figuras. Depois, perdeu na primeira ronda. Percebem o que quero dizer?
Se calhar sou eu que tenho expectativas muito altas acerca dela, ou então estou a ver mal este fenómeno dos media... Mas realmente acho que ela anda distraída.
A Ana disse que os resultados só devem começar a aparecer daqui a 6 meses, agora com o novo staff. Mas não tem mal começar já a ganhar!
Nigel Sears e Scott Byrnes vão ter um grande trabalho em por a Ana de volta ao seu melhor nível, mas espero que consigam! Ajde!
Outra coisa: se calhar a derrota da Ana até nem foi má de todo. A partir de quinta-feira vou-me embora, e este era o único jogo dela em Stanford que poderia ver. Mas queria que ganhasse, claro.
Blog sobre variados e diversos temas, de entre os quais posso destacar um sem-número de assuntos que certamente vos despertarão o interesse. Ou então não. Mas vale a pena tentar.
terça-feira, 26 de julho de 2011
domingo, 24 de julho de 2011
Ténis e Rui Machado
Mais uma semana que passou. Como torneios mais prestigiantes tivemos o Open de Baku (Azerbaijão), um torneio do circuito WTA ganho por Vera Zvonareva, o Open de Hamburgo, torneio masculino onde o francês Gilles Simon triunfou, e o Open de Atlanta, onde a final vai ser disputada entre dois tenistas da casa - John Isner e Mardy Fish -, e que como só se realiza pelas 20h em Portugal, vou ter de actualizar este post mais tarde.
Mas houve um outro torneio, este da categoria Challenge, realizado em Poznan (Polónia)... ganho pelo português Rui Machado!
Isso mesmo; o algarvio de 27 anos ganhou o seu terceiro torneio da temporada - depois de triunfar em Marrequexe (Março) e em Rijeka (Maio) -, e o seu 7º título da categoria em toda a sua carreira, ultrapassando Nuno Marques como o tenista luso com mais Challenges vencidos. E, com isto tudo, o Rui vai aparecer com 85º melhor tenista do Mundo na próxima actualização de rankings (amanhã), ultrapassando Frederico Gil como melhor português (já agora, eu costumo escrever um artigo sobre este tema para um site, www.bolamarela.com; aconselho-vos a irem lá, não só por mim, mas porque é um site com artigos muito bem escritos e interessantes).
Bom, passando ao jogo: não o vi. Sei que o Rui teve uma jornada dupla, jogando tanto a meia-final como a final hoje. Começou por derrotar o cazaque Yuri Schukin por 7-6 7-5, num jogo muito disputado, e depois por volta das 13h começou a final e o algarvio venceu o jogador da casa Jerzy Jonowicz por duplo 6-3.
Tem sido uma época um pouco irregular para o novo nº1 nacional. Apesar dos 3 títulos, tem coleccionado algumas derrotas um tanto ou quanto surpreendentes, tendo ficado pela primeira ronda em variados torneios... Pode ser que esta vitória o impulse para um bom final de ano, que dê pelo menos para começar 2012 como nº1 nacional.
Quanto aos outros torneios, já referidos, destaque para Vera Zvonareva e Gilles Simon. A russa, nº3 mundial, derrotou na final do Open azerbaijanês a compatriota Ksenia Pervak por 6-1 6-4, ganhando o seu 2º título da temporada (e o 12º da carreira).
Boa vitória da melhor russa do momento. Ela, que tem tido uma época inconstante, precisava de uma vitória para a impulsionar para a temporada de hard-court que se avizinha. De facto a russa tem ténis para ser das melhores do mundo; o que lhe falta é força mental e capacidade de reagir às adversidades para chegar ao topo, e acredito que pode lá chegar.
Depois, em Hamburgo, ganhou o francês Gilles Simon. Num torneio em que era o 5º cabeça-de-série - e depois de ter derrotado o compatriota e principal favorito, Gäel Monfils, nos quartos-de-final -, o tenista gaulês garantiu o 2º título da temporada ao derrotar o espanhol Nicolas Almagro (3º CS) por 6-4 4-6 6-4.
Simon tornou-se no primeiro francês a ganhar em Hamburgo em 25 anos, depois de Henri Leconte o ter feito em 1986.
Boa vitória do francês, que pode não ser um entertainer como Tsonga e Monfils, mas que é um grande jogador - o meu francês preferido.
Agora que o torneio de Atlanta acabou, vou falar um bocado sobre isso. Mardy Fish venceu o compatriota John Isner, 3-6 7-6 6-2, depois de salvar dois match-points (neste caso, championship-points) no tie-break do segundo set.
Não vi o jogo, estive a acompanhar a final da Copa América (ganha pelo Uruguay, 3-0 ao Paraguai). Eu estava pelo Isner, não gosto muito do Mardy Fish e identifico-me um bocado com o estilo de jogo do finalista derrotado. E ele teve 2 match-points! -.-
Parece que ele não foi ao casamento do irmão para estar presente no torneio... É assim John, Deus castiga.
Mas houve um outro torneio, este da categoria Challenge, realizado em Poznan (Polónia)... ganho pelo português Rui Machado!
Isso mesmo; o algarvio de 27 anos ganhou o seu terceiro torneio da temporada - depois de triunfar em Marrequexe (Março) e em Rijeka (Maio) -, e o seu 7º título da categoria em toda a sua carreira, ultrapassando Nuno Marques como o tenista luso com mais Challenges vencidos. E, com isto tudo, o Rui vai aparecer com 85º melhor tenista do Mundo na próxima actualização de rankings (amanhã), ultrapassando Frederico Gil como melhor português (já agora, eu costumo escrever um artigo sobre este tema para um site, www.bolamarela.com; aconselho-vos a irem lá, não só por mim, mas porque é um site com artigos muito bem escritos e interessantes).
Bom, passando ao jogo: não o vi. Sei que o Rui teve uma jornada dupla, jogando tanto a meia-final como a final hoje. Começou por derrotar o cazaque Yuri Schukin por 7-6 7-5, num jogo muito disputado, e depois por volta das 13h começou a final e o algarvio venceu o jogador da casa Jerzy Jonowicz por duplo 6-3.
Tem sido uma época um pouco irregular para o novo nº1 nacional. Apesar dos 3 títulos, tem coleccionado algumas derrotas um tanto ou quanto surpreendentes, tendo ficado pela primeira ronda em variados torneios... Pode ser que esta vitória o impulse para um bom final de ano, que dê pelo menos para começar 2012 como nº1 nacional.
Quanto aos outros torneios, já referidos, destaque para Vera Zvonareva e Gilles Simon. A russa, nº3 mundial, derrotou na final do Open azerbaijanês a compatriota Ksenia Pervak por 6-1 6-4, ganhando o seu 2º título da temporada (e o 12º da carreira).
Boa vitória da melhor russa do momento. Ela, que tem tido uma época inconstante, precisava de uma vitória para a impulsionar para a temporada de hard-court que se avizinha. De facto a russa tem ténis para ser das melhores do mundo; o que lhe falta é força mental e capacidade de reagir às adversidades para chegar ao topo, e acredito que pode lá chegar.
Depois, em Hamburgo, ganhou o francês Gilles Simon. Num torneio em que era o 5º cabeça-de-série - e depois de ter derrotado o compatriota e principal favorito, Gäel Monfils, nos quartos-de-final -, o tenista gaulês garantiu o 2º título da temporada ao derrotar o espanhol Nicolas Almagro (3º CS) por 6-4 4-6 6-4.
Simon tornou-se no primeiro francês a ganhar em Hamburgo em 25 anos, depois de Henri Leconte o ter feito em 1986.
Boa vitória do francês, que pode não ser um entertainer como Tsonga e Monfils, mas que é um grande jogador - o meu francês preferido.
Agora que o torneio de Atlanta acabou, vou falar um bocado sobre isso. Mardy Fish venceu o compatriota John Isner, 3-6 7-6 6-2, depois de salvar dois match-points (neste caso, championship-points) no tie-break do segundo set.
Não vi o jogo, estive a acompanhar a final da Copa América (ganha pelo Uruguay, 3-0 ao Paraguai). Eu estava pelo Isner, não gosto muito do Mardy Fish e identifico-me um bocado com o estilo de jogo do finalista derrotado. E ele teve 2 match-points! -.-
Parece que ele não foi ao casamento do irmão para estar presente no torneio... É assim John, Deus castiga.
domingo, 17 de julho de 2011
Torneios
Hoje foram as finais dos torneios de Palermo, Bad Gastein (WTA), Bastad e Estugarda (ATP). Todos em terra batida.
É estranho ainda haverem torneios em terra batida, na minha opinião. Sei que muitos deles são para promover as cidades e os países, talvez só agora possam ser realizados... Nunca mais (re)começa a época de hard-court americana!
Começando pelos torneios WTA: foi a consagração de Anabel Medina Garrigues como a tenista em actividade mais galardoada em terra batida. A vencedora do Estoril Open deste ano, com a sua 5ª vitória em Palermo, soma agora 10 títulos na sua superfície em eleição. Na final ganhou à eslovena Polona Hercog, que vinha de uma série de 9 vitórias consecutivas. Grande época da eslovena.
Em Bad Gastein, ganhou a também espanhola Maria José Martinez Sanchéz; o seu quarto título da carreira.
Agora referindo os torneios masculinos, destaque para Robin Soderling. Depois de ter cilindrado o checo Tomás Berdych na meia-final por 6-1 6-0 (!), o bi-finalista de Roland Garros venceu o David Ferrer por um duplo 6-2. Grande jogo do Soderling, a servir muito bem, com uma direita fortíssima e quase sempre com sucesso nas subidas à rede. O Ferrer até que nem jogou mal, mas perdeu a sua 3ª final consecutiva em terra batida do ano - apesar de já ter um título este ano nessa superfície, em Acapulco. Para mim, o Ferrer é um tenista que não tem a admiração que merece; é dos melhores do mundo em terra batida, mas por ser pouco mediático e constantemente "ofuscado" pelo King on Clay, Rafael Nadal, tem pouco crédito.
Quando ao Soderling, começei a gostar dele desde que ganhou ao Nadal em Roland Garros'2009. Foi a duas finais do Slam francês e perdeu as duas. É um jogador um bocado controverso, mas também o acho um "grande" da terra batida. O serviço dele é espetacular (é parecido com o meu); lança a bola altíssima, demora um bocado a fazer o movimento e bate com muita força. Claro que não se pode comparar o meu serviço com o dele... o meu é melhor (tou a brincar)!
Depois em Estugarda, ganhou o ex-número 1 Juan Carlos Ferrero ao compatriota Pablo Andújar.
É estranho ainda haverem torneios em terra batida, na minha opinião. Sei que muitos deles são para promover as cidades e os países, talvez só agora possam ser realizados... Nunca mais (re)começa a época de hard-court americana!
Começando pelos torneios WTA: foi a consagração de Anabel Medina Garrigues como a tenista em actividade mais galardoada em terra batida. A vencedora do Estoril Open deste ano, com a sua 5ª vitória em Palermo, soma agora 10 títulos na sua superfície em eleição. Na final ganhou à eslovena Polona Hercog, que vinha de uma série de 9 vitórias consecutivas. Grande época da eslovena.
Em Bad Gastein, ganhou a também espanhola Maria José Martinez Sanchéz; o seu quarto título da carreira.
Agora referindo os torneios masculinos, destaque para Robin Soderling. Depois de ter cilindrado o checo Tomás Berdych na meia-final por 6-1 6-0 (!), o bi-finalista de Roland Garros venceu o David Ferrer por um duplo 6-2. Grande jogo do Soderling, a servir muito bem, com uma direita fortíssima e quase sempre com sucesso nas subidas à rede. O Ferrer até que nem jogou mal, mas perdeu a sua 3ª final consecutiva em terra batida do ano - apesar de já ter um título este ano nessa superfície, em Acapulco. Para mim, o Ferrer é um tenista que não tem a admiração que merece; é dos melhores do mundo em terra batida, mas por ser pouco mediático e constantemente "ofuscado" pelo King on Clay, Rafael Nadal, tem pouco crédito.
Quando ao Soderling, começei a gostar dele desde que ganhou ao Nadal em Roland Garros'2009. Foi a duas finais do Slam francês e perdeu as duas. É um jogador um bocado controverso, mas também o acho um "grande" da terra batida. O serviço dele é espetacular (é parecido com o meu); lança a bola altíssima, demora um bocado a fazer o movimento e bate com muita força. Claro que não se pode comparar o meu serviço com o dele... o meu é melhor (tou a brincar)!
Depois em Estugarda, ganhou o ex-número 1 Juan Carlos Ferrero ao compatriota Pablo Andújar.
É bom o Ferrero de volta aos títulos. Ele, que pensou em abandonar a carreira este ano, merecia ganhar um torneio. Para mim é um dos tenistas que, a par de Safin, Hewitt e Roddick (este nem tanto), perderam o seu estatuto com o domínio de Federer e Nadal, apesar de continuarem a ser grandes nomes do ténis.
sábado, 16 de julho de 2011
Alisa Kleybanova
Queria referir o triste caso da Alisa Kleybanova. Esta russa, que chegou ao top-20 este ano, descobriu recentemente que padece de um linfoma de Hodgkins, uma forma de cancro que ataca o sistema linfático. De facto, é uma infelicidade o que se passa com a tenista que este presente este ano no Estoril Open - perdeu nos quartos-de-final com a finalista derrotada, Kristina Barrois -, e para mais num ano em que chegou ao top-20 pela primeira vez na carreira (agora figura no 28º posto). Hoje, no dia em que fez 22 anos, publicou uma mensagem no site da WTA a explicar o que se passa, e mostra vontade em lutar contra a situação.
Eu, sinceramente, mal tinha ouvido falar na Alisa antes do Estoril Open 2011. Agora, como é óbvio, estou solidário com ela. De facto, pelo que li da entrevista da russa, ela mostra um grande optimismo e uma grande vontade em voltar a jogar e em fazer o que gosta, jogar ténis. Não pode ser de outra forma.
Somos frágeis. Todos nós. O cancro aparece a qualquer pessoa - aliás, neste mesmo ano também foi diagnosticado um tumor, este no fígado, ao lateral do Barcelona Eric Abidal. Claro que este caso tem a projecção que tem por ser uma tenista relativamente bem cotada, e assim faz-nos ver que somos todos humanos.
Ninguém merece este tipo de infortúnio, mas, como se costuma dizer, acontece aos melhores. Estas coisas fazem-nos acordar e perceber que não somos tão poderosos como achamos, e que a qualquer momento pode acontecer ser-nos diagnosticado um tumor.
Não estou a ser pessimista ou melancólico. De facto, não o sou. Nem quero dar lições a ninguém, isto é apenas e só a minha opinião. Só acho que muita gente acha que tem o mundo na mão, quando na realidade é o contrário que se passa.
Eu, sinceramente, mal tinha ouvido falar na Alisa antes do Estoril Open 2011. Agora, como é óbvio, estou solidário com ela. De facto, pelo que li da entrevista da russa, ela mostra um grande optimismo e uma grande vontade em voltar a jogar e em fazer o que gosta, jogar ténis. Não pode ser de outra forma.
Somos frágeis. Todos nós. O cancro aparece a qualquer pessoa - aliás, neste mesmo ano também foi diagnosticado um tumor, este no fígado, ao lateral do Barcelona Eric Abidal. Claro que este caso tem a projecção que tem por ser uma tenista relativamente bem cotada, e assim faz-nos ver que somos todos humanos.
Ninguém merece este tipo de infortúnio, mas, como se costuma dizer, acontece aos melhores. Estas coisas fazem-nos acordar e perceber que não somos tão poderosos como achamos, e que a qualquer momento pode acontecer ser-nos diagnosticado um tumor.
Não estou a ser pessimista ou melancólico. De facto, não o sou. Nem quero dar lições a ninguém, isto é apenas e só a minha opinião. Só acho que muita gente acha que tem o mundo na mão, quando na realidade é o contrário que se passa.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ténis
Bem, como já não escrevo há uns dias e como não tenho nada melhor para fazer, publiquei este post.
Vou falar sobre certos assuntos, no geral vários e em particular nenhum. Ou fico só pelo ténis.
Agora não se passa nada. Tem havido torneios pela Europa, outros nos EUA (por exemplo o de Newport, ganho pelo John Isner), mas não tenho acompanhado. O único que vi mais foi o de Bastad, ou também chamado de Wozniacki Open II (o I é o de Copenhaga), um torneio em terra batida. Sim, terra batida. Parece que a número 1 quer ir preparada para a eventualidade de o US Open se realizar no Texas ou no Arizona. Mulher prevenida... Mas não durou muito a campanha da dinamarquesa; perdeu na 2ª ronda. Ganhou a eslovena Polona Hercog. Jogadora a seguir!
Acho que há muita polémica com a Wozniacki. Se ela não for a número 1, é quem? A Kim Clijsters, que vai a 10/15 torneios por ano? A Vera Zvonareva, que é um exemplo de irregularidade e que é pouco forte emocionalmente? A Sharapova se voltar à sua forma pode lá chegar, assim como a Azarenka se melhorar a sua condição física. Mas de momento, a tenista mais regular e consistente é a Caroline Wozniacki.
Quanto aos homens, nada a dizer. O número 1 é aquele sérvio vencedor do Australian Open e de Wimbledon, que só perdeu um jogo em 6 meses. No1vak!
Vou falar sobre certos assuntos, no geral vários e em particular nenhum. Ou fico só pelo ténis.
Agora não se passa nada. Tem havido torneios pela Europa, outros nos EUA (por exemplo o de Newport, ganho pelo John Isner), mas não tenho acompanhado. O único que vi mais foi o de Bastad, ou também chamado de Wozniacki Open II (o I é o de Copenhaga), um torneio em terra batida. Sim, terra batida. Parece que a número 1 quer ir preparada para a eventualidade de o US Open se realizar no Texas ou no Arizona. Mulher prevenida... Mas não durou muito a campanha da dinamarquesa; perdeu na 2ª ronda. Ganhou a eslovena Polona Hercog. Jogadora a seguir!
Acho que há muita polémica com a Wozniacki. Se ela não for a número 1, é quem? A Kim Clijsters, que vai a 10/15 torneios por ano? A Vera Zvonareva, que é um exemplo de irregularidade e que é pouco forte emocionalmente? A Sharapova se voltar à sua forma pode lá chegar, assim como a Azarenka se melhorar a sua condição física. Mas de momento, a tenista mais regular e consistente é a Caroline Wozniacki.
Quanto aos homens, nada a dizer. O número 1 é aquele sérvio vencedor do Australian Open e de Wimbledon, que só perdeu um jogo em 6 meses. No1vak!
Subscrever:
Mensagens (Atom)