This is my first post in english. I'd like to test my capacities, and some of my followers in Twitter asked me to do it. And I love writing in english, by the way.
Well, the USO draw was finally released. Nole is on Federer's half (as he were in all Slams this year) and Ana is on Wozniacki's half - which isn't such a big deal for many players, considering Caro's shape in Slams - and also in Serena's one.
Novak starts playing against a qualifier; he can meet Davydenko or Dodig in R3; Karlovic or Gasquet in R4 (or even Frederico Gil, another tough player); and Berdych or Monfils in quarter-finals.
It's an easy draw, in my opinion. None top-5 players on Nole's way till semis, and just 2 top-10 ones to possible meeting in quarters.
About Ana, she starts against the russian Ksenia Pervak; then, she can possible meet Cetkovska in the next round (that Cetkosvka who defeated her in Wimbledon 2 months ago); Sharar Peer in R3; Azarenka or Serena in R4 (or maybe her fellow Bojana Jovanovski); and Jankovic (another fellow) or Schiavone in quarter-finals.
It's a tough draw, but Ana can perfectly reach the 2nd week (4th round). That's all I can hope, I'm not expecting her to reach the quarters considering her recent shape. But I hope she can surprises me.
About men's competition, I don't find a favorite. Nole is the one playing better this year, he's being stunning and already won 2 Slams. However, his injury in Cincinnati could influence his campaign... or not, I hope. Then we have Rafa, who is the current champion and wants to have the 1st place back again. And, of course, Roger Federer. He will always be the 16 times-winner of Grand Slams, and he wants to prove he's not finished yet. In fact, I truly believe this is his last chance of winning a Slam. And if he does, he'd become the 1st player ever winning Slams in 9 different years!
Speaking about women's, my favourites are Serena, Masha and Caro. Serena seems to be back on her best shape, and plays "at home". Then, we have Masha that won in Cincinnati and was runner-up in Wimbledon; maybe the tennis player in a better shape, from top-10. And then Caro, which is the number 1 (she is, it's a fact) and will also be considered as a candidate. We should also pay attention to Azarenka, who's playing very well this season despite her injuries.
And that's all. Hoping for a great US Open.
Cheers, Pedro Mendes
Blog sobre variados e diversos temas, de entre os quais posso destacar um sem-número de assuntos que certamente vos despertarão o interesse. Ou então não. Mas vale a pena tentar.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Ténis português
Agora que estive uns dias fora, aproveitei para descansar e praticar um desporto de que gosto, o ski aquático. Mas, ao mesmo tempo, tive uma conversa que me deixou a pensar sobre a situação do ténis português.
Um dos argumentos do senhor com quem discutia era que o ténis português era uma miséria, e deu dois exemplos: o da Bielorrúsia, a que ele chamou um país de m****, que tem uma tenista no top-5; e o de uma neta dele, esquiadora, que está classificada como 11ª no ranking mundial do escalão dela, e que não tem apoios de lado nenhum. Já agora, gostava de louvar esta rapariga, de nome Marta Simões. Com poucos apoios, num país onde o desporto é muito pouco divulgado, está às portas do top-10 mundial e neste momento a disputar os europeus de categoria (foi segunda classificada no ano passado).
Mas voltando ao ténis (e muito do que vou aqui escrever será parafraseado da pessoa com a qual tive essa conversa); mais do que a falta de apoios do estado e as fracas condições de treino, o nosso maior problema é a dedicação. O corpo humano é igual em todas as pessoas, ou os espanhóis são uma espécie mais avançada?!
Os nossos tenistas são poucos dedicados; não tomam o ténis como uma competição, mas como um "passatempo" (em termos de empenho, claro). Dedicam-se a fazer uma boa época de terra batida, onde chegam ao top-75 (o nosso melhor, não dá pra mais...) e depois na época de HC caem no ranking.
É esse o problema. Falta dedicação, motivação. Claro que neste país só se liga ao futebol, praticamente, mas é preciso apostar mais no ténis. E ter tenistas em grande, a nível internacional, é meio caminho andado para a valorização do desporto a nível nacional.
Se alguém quiser comentar, quer seja para concordar ou discordar, sinta-se à vontade. O símbolo do lápis é mesmo para isso.
Cumprimentos, Pedro Mendes.
Um dos argumentos do senhor com quem discutia era que o ténis português era uma miséria, e deu dois exemplos: o da Bielorrúsia, a que ele chamou um país de m****, que tem uma tenista no top-5; e o de uma neta dele, esquiadora, que está classificada como 11ª no ranking mundial do escalão dela, e que não tem apoios de lado nenhum. Já agora, gostava de louvar esta rapariga, de nome Marta Simões. Com poucos apoios, num país onde o desporto é muito pouco divulgado, está às portas do top-10 mundial e neste momento a disputar os europeus de categoria (foi segunda classificada no ano passado).
Mas voltando ao ténis (e muito do que vou aqui escrever será parafraseado da pessoa com a qual tive essa conversa); mais do que a falta de apoios do estado e as fracas condições de treino, o nosso maior problema é a dedicação. O corpo humano é igual em todas as pessoas, ou os espanhóis são uma espécie mais avançada?!
Os nossos tenistas são poucos dedicados; não tomam o ténis como uma competição, mas como um "passatempo" (em termos de empenho, claro). Dedicam-se a fazer uma boa época de terra batida, onde chegam ao top-75 (o nosso melhor, não dá pra mais...) e depois na época de HC caem no ranking.
É esse o problema. Falta dedicação, motivação. Claro que neste país só se liga ao futebol, praticamente, mas é preciso apostar mais no ténis. E ter tenistas em grande, a nível internacional, é meio caminho andado para a valorização do desporto a nível nacional.
Se alguém quiser comentar, quer seja para concordar ou discordar, sinta-se à vontade. O símbolo do lápis é mesmo para isso.
Cumprimentos, Pedro Mendes.
domingo, 21 de agosto de 2011
Pré-US Open
A preparação da maioria dos tenistas para o último Slam da época acabou hoje, com as finais do torneio de Cincinnati (Canadá). A final masculina foi disputada entre o nº1 mundial. Novak Djokovic, e o 4º melhor tenista, Andy Murray. A final feminina foi disputada por duas ex-nº1 mundiais; a sérvia Jelena Jankovic e a russa Maria Sharapova, finalista em Wimbledon há 2 meses.
Quanto à final feminina, ganhou a Maria Sharapova, como eu queria. A russa venceu a Jankovic pelos parciais de 4-6 7-6 6-3.
Bem, e o Nole perdeu mesmo. Não entrou muito bem no jogo, começou por ser quebrado e ainda fez o contra-break para empatar a 3-3. No entanto, foi quebrado de novo no jogo seguinte, acabando por perder 6-4. Djokovic ainda foi subindo de nível ao longo do set, mas talvez devido a lesão no ombro (sem tirar mérito ao Murray, que jogou muito bem) não conseguiu contrariar o melhor britânico da actualidade.
No segundo set, mais do mesmo. Nole começa por ser quebrado, Murray confirma, Murray quebra e o sérvio acaba por desistir. Andy Murray venceu o torneio de Cincinnati pelos parciais de 6-4 3-0, o seu segundo título nesta temporada (depois de Queens).
E assim acaba a série de 16 vitórias consecutivas do Djokovic. Neste ano, o nº1 ganhou 57 jogos e perdeu apenas 2. 9 títulos, entretanto. Uma época simplesmente surreal.
Espero que recupere bem para o US Open. Da última vez que ele perdeu um jogo (sem ser hoje, ou seja, na meia-final de Roland Garros), ganhou o torneio seguinte - um Slam. Ajde Nole!
A final feminina não vi. Quer dizer, só os últimos 3 jogos, ganhos pela Sharapova. Vi-a a jogar com uma grande garra, característica dela, e uma JJ esforçada mas não o suficiente.
Bom ver a Masha a manter a boa forma, depois da final em Wimbledon. É das minhas principais favoritas para o US Open. Quanto à Jelena, depois de ter perdido todos os jogos entre Roland Garros e este torneio, também estou feliz por ela. Mais uma candidata que chega ao US com confiança elevada.
Quanto à final feminina, ganhou a Maria Sharapova, como eu queria. A russa venceu a Jankovic pelos parciais de 4-6 7-6 6-3.
Bem, e o Nole perdeu mesmo. Não entrou muito bem no jogo, começou por ser quebrado e ainda fez o contra-break para empatar a 3-3. No entanto, foi quebrado de novo no jogo seguinte, acabando por perder 6-4. Djokovic ainda foi subindo de nível ao longo do set, mas talvez devido a lesão no ombro (sem tirar mérito ao Murray, que jogou muito bem) não conseguiu contrariar o melhor britânico da actualidade.
No segundo set, mais do mesmo. Nole começa por ser quebrado, Murray confirma, Murray quebra e o sérvio acaba por desistir. Andy Murray venceu o torneio de Cincinnati pelos parciais de 6-4 3-0, o seu segundo título nesta temporada (depois de Queens).
E assim acaba a série de 16 vitórias consecutivas do Djokovic. Neste ano, o nº1 ganhou 57 jogos e perdeu apenas 2. 9 títulos, entretanto. Uma época simplesmente surreal.
Espero que recupere bem para o US Open. Da última vez que ele perdeu um jogo (sem ser hoje, ou seja, na meia-final de Roland Garros), ganhou o torneio seguinte - um Slam. Ajde Nole!
A final feminina não vi. Quer dizer, só os últimos 3 jogos, ganhos pela Sharapova. Vi-a a jogar com uma grande garra, característica dela, e uma JJ esforçada mas não o suficiente.
Bom ver a Masha a manter a boa forma, depois da final em Wimbledon. É das minhas principais favoritas para o US Open. Quanto à Jelena, depois de ter perdido todos os jogos entre Roland Garros e este torneio, também estou feliz por ela. Mais uma candidata que chega ao US com confiança elevada.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Ana Ivanovic
Ontem começou o torneio de Stanford, um torneio em hard-court WTA também conhecido por Bank of the West Classic. Neste torneio figuram jogadores de renome, como Victoria Azarenka ou Serena Williams... e também a antiga ex-número 1 Ana Ivanovic.
Sim, antiga. A agora 17ª classificada do ranking WTA não está, nem de perto nem de longe, a esse nível.
Hoje foi o seu primeiro (e único) jogo nesta edição do torneio. Quando olhei para o sorteio, pensei (como sempre) que nem era muito complicado, e que a Ana tinha tudo para defender (e até fazer melhor) a segunda ronda do ano passado... Mas, para não variar, desiludiu os fãs.
A Ana perdeu por 6-3 7-5 contra a japonesa Ayumi Morita, uma jogadora que faz ambas as pancadas de direita e esquerda a 2 mãos (tipo a Marion Bartoli, mas sem os tiques estúpidos dela).
Não vi o primeiro set, mas também não deve ter valido a pena. Começei a ver o segundo set, e ao seu segundo jogo de serviço a Ana é quebrada. Estava 3-1.
Porém, a Ana devolve logo o break, confirma e toma a vantagem de um break, dando a volta para um 4-3. Na altura pensei: pronto, agora confirma e depois quebra para fechar o set (ficando 6-3). Mas não foi o que aconteceu; Morita quebra de volta, depois há uma troca de breaks e o marcador estava nos 5-5. No jogo seguinte, a Ana não devolve o break e serve para ficar no encontro; perde o serviço (foi a zero, de facto), e Morita fecha a 6-3 7-5.
Pronto, acabou mais um torneio precocemente para a sérvia.
Na minha opinião, o principal problema desta má fase da Ana (que cada vez menos parece "só" uma fase) é o mediatismo à volta dela. Claro que a Ana é uma das tenistas mais conhecidas do mundo, e está constantemente envolvida em campanhas de solidariedade (ainda agora apresentou um livro para crianças desfavorecidas); mas isso é capaz de lhe estar a retirar a atenção do que realmente importa - o ténis.
Por exemplo, em Roland Garros foi aquela grande cerimónia do sorteio das rondas, e a Ana esteve presente e foi uma das principais figuras. Depois, perdeu na primeira ronda. Percebem o que quero dizer?
Se calhar sou eu que tenho expectativas muito altas acerca dela, ou então estou a ver mal este fenómeno dos media... Mas realmente acho que ela anda distraída.
A Ana disse que os resultados só devem começar a aparecer daqui a 6 meses, agora com o novo staff. Mas não tem mal começar já a ganhar!
Nigel Sears e Scott Byrnes vão ter um grande trabalho em por a Ana de volta ao seu melhor nível, mas espero que consigam! Ajde!
Outra coisa: se calhar a derrota da Ana até nem foi má de todo. A partir de quinta-feira vou-me embora, e este era o único jogo dela em Stanford que poderia ver. Mas queria que ganhasse, claro.
Sim, antiga. A agora 17ª classificada do ranking WTA não está, nem de perto nem de longe, a esse nível.
Hoje foi o seu primeiro (e único) jogo nesta edição do torneio. Quando olhei para o sorteio, pensei (como sempre) que nem era muito complicado, e que a Ana tinha tudo para defender (e até fazer melhor) a segunda ronda do ano passado... Mas, para não variar, desiludiu os fãs.
A Ana perdeu por 6-3 7-5 contra a japonesa Ayumi Morita, uma jogadora que faz ambas as pancadas de direita e esquerda a 2 mãos (tipo a Marion Bartoli, mas sem os tiques estúpidos dela).
Não vi o primeiro set, mas também não deve ter valido a pena. Começei a ver o segundo set, e ao seu segundo jogo de serviço a Ana é quebrada. Estava 3-1.
Porém, a Ana devolve logo o break, confirma e toma a vantagem de um break, dando a volta para um 4-3. Na altura pensei: pronto, agora confirma e depois quebra para fechar o set (ficando 6-3). Mas não foi o que aconteceu; Morita quebra de volta, depois há uma troca de breaks e o marcador estava nos 5-5. No jogo seguinte, a Ana não devolve o break e serve para ficar no encontro; perde o serviço (foi a zero, de facto), e Morita fecha a 6-3 7-5.
Pronto, acabou mais um torneio precocemente para a sérvia.
Na minha opinião, o principal problema desta má fase da Ana (que cada vez menos parece "só" uma fase) é o mediatismo à volta dela. Claro que a Ana é uma das tenistas mais conhecidas do mundo, e está constantemente envolvida em campanhas de solidariedade (ainda agora apresentou um livro para crianças desfavorecidas); mas isso é capaz de lhe estar a retirar a atenção do que realmente importa - o ténis.
Por exemplo, em Roland Garros foi aquela grande cerimónia do sorteio das rondas, e a Ana esteve presente e foi uma das principais figuras. Depois, perdeu na primeira ronda. Percebem o que quero dizer?
Se calhar sou eu que tenho expectativas muito altas acerca dela, ou então estou a ver mal este fenómeno dos media... Mas realmente acho que ela anda distraída.
A Ana disse que os resultados só devem começar a aparecer daqui a 6 meses, agora com o novo staff. Mas não tem mal começar já a ganhar!
Nigel Sears e Scott Byrnes vão ter um grande trabalho em por a Ana de volta ao seu melhor nível, mas espero que consigam! Ajde!
Outra coisa: se calhar a derrota da Ana até nem foi má de todo. A partir de quinta-feira vou-me embora, e este era o único jogo dela em Stanford que poderia ver. Mas queria que ganhasse, claro.
domingo, 24 de julho de 2011
Ténis e Rui Machado
Mais uma semana que passou. Como torneios mais prestigiantes tivemos o Open de Baku (Azerbaijão), um torneio do circuito WTA ganho por Vera Zvonareva, o Open de Hamburgo, torneio masculino onde o francês Gilles Simon triunfou, e o Open de Atlanta, onde a final vai ser disputada entre dois tenistas da casa - John Isner e Mardy Fish -, e que como só se realiza pelas 20h em Portugal, vou ter de actualizar este post mais tarde.
Mas houve um outro torneio, este da categoria Challenge, realizado em Poznan (Polónia)... ganho pelo português Rui Machado!
Isso mesmo; o algarvio de 27 anos ganhou o seu terceiro torneio da temporada - depois de triunfar em Marrequexe (Março) e em Rijeka (Maio) -, e o seu 7º título da categoria em toda a sua carreira, ultrapassando Nuno Marques como o tenista luso com mais Challenges vencidos. E, com isto tudo, o Rui vai aparecer com 85º melhor tenista do Mundo na próxima actualização de rankings (amanhã), ultrapassando Frederico Gil como melhor português (já agora, eu costumo escrever um artigo sobre este tema para um site, www.bolamarela.com; aconselho-vos a irem lá, não só por mim, mas porque é um site com artigos muito bem escritos e interessantes).
Bom, passando ao jogo: não o vi. Sei que o Rui teve uma jornada dupla, jogando tanto a meia-final como a final hoje. Começou por derrotar o cazaque Yuri Schukin por 7-6 7-5, num jogo muito disputado, e depois por volta das 13h começou a final e o algarvio venceu o jogador da casa Jerzy Jonowicz por duplo 6-3.
Tem sido uma época um pouco irregular para o novo nº1 nacional. Apesar dos 3 títulos, tem coleccionado algumas derrotas um tanto ou quanto surpreendentes, tendo ficado pela primeira ronda em variados torneios... Pode ser que esta vitória o impulse para um bom final de ano, que dê pelo menos para começar 2012 como nº1 nacional.
Quanto aos outros torneios, já referidos, destaque para Vera Zvonareva e Gilles Simon. A russa, nº3 mundial, derrotou na final do Open azerbaijanês a compatriota Ksenia Pervak por 6-1 6-4, ganhando o seu 2º título da temporada (e o 12º da carreira).
Boa vitória da melhor russa do momento. Ela, que tem tido uma época inconstante, precisava de uma vitória para a impulsionar para a temporada de hard-court que se avizinha. De facto a russa tem ténis para ser das melhores do mundo; o que lhe falta é força mental e capacidade de reagir às adversidades para chegar ao topo, e acredito que pode lá chegar.
Depois, em Hamburgo, ganhou o francês Gilles Simon. Num torneio em que era o 5º cabeça-de-série - e depois de ter derrotado o compatriota e principal favorito, Gäel Monfils, nos quartos-de-final -, o tenista gaulês garantiu o 2º título da temporada ao derrotar o espanhol Nicolas Almagro (3º CS) por 6-4 4-6 6-4.
Simon tornou-se no primeiro francês a ganhar em Hamburgo em 25 anos, depois de Henri Leconte o ter feito em 1986.
Boa vitória do francês, que pode não ser um entertainer como Tsonga e Monfils, mas que é um grande jogador - o meu francês preferido.
Agora que o torneio de Atlanta acabou, vou falar um bocado sobre isso. Mardy Fish venceu o compatriota John Isner, 3-6 7-6 6-2, depois de salvar dois match-points (neste caso, championship-points) no tie-break do segundo set.
Não vi o jogo, estive a acompanhar a final da Copa América (ganha pelo Uruguay, 3-0 ao Paraguai). Eu estava pelo Isner, não gosto muito do Mardy Fish e identifico-me um bocado com o estilo de jogo do finalista derrotado. E ele teve 2 match-points! -.-
Parece que ele não foi ao casamento do irmão para estar presente no torneio... É assim John, Deus castiga.
Mas houve um outro torneio, este da categoria Challenge, realizado em Poznan (Polónia)... ganho pelo português Rui Machado!
Isso mesmo; o algarvio de 27 anos ganhou o seu terceiro torneio da temporada - depois de triunfar em Marrequexe (Março) e em Rijeka (Maio) -, e o seu 7º título da categoria em toda a sua carreira, ultrapassando Nuno Marques como o tenista luso com mais Challenges vencidos. E, com isto tudo, o Rui vai aparecer com 85º melhor tenista do Mundo na próxima actualização de rankings (amanhã), ultrapassando Frederico Gil como melhor português (já agora, eu costumo escrever um artigo sobre este tema para um site, www.bolamarela.com; aconselho-vos a irem lá, não só por mim, mas porque é um site com artigos muito bem escritos e interessantes).
Bom, passando ao jogo: não o vi. Sei que o Rui teve uma jornada dupla, jogando tanto a meia-final como a final hoje. Começou por derrotar o cazaque Yuri Schukin por 7-6 7-5, num jogo muito disputado, e depois por volta das 13h começou a final e o algarvio venceu o jogador da casa Jerzy Jonowicz por duplo 6-3.
Tem sido uma época um pouco irregular para o novo nº1 nacional. Apesar dos 3 títulos, tem coleccionado algumas derrotas um tanto ou quanto surpreendentes, tendo ficado pela primeira ronda em variados torneios... Pode ser que esta vitória o impulse para um bom final de ano, que dê pelo menos para começar 2012 como nº1 nacional.
Quanto aos outros torneios, já referidos, destaque para Vera Zvonareva e Gilles Simon. A russa, nº3 mundial, derrotou na final do Open azerbaijanês a compatriota Ksenia Pervak por 6-1 6-4, ganhando o seu 2º título da temporada (e o 12º da carreira).
Boa vitória da melhor russa do momento. Ela, que tem tido uma época inconstante, precisava de uma vitória para a impulsionar para a temporada de hard-court que se avizinha. De facto a russa tem ténis para ser das melhores do mundo; o que lhe falta é força mental e capacidade de reagir às adversidades para chegar ao topo, e acredito que pode lá chegar.
Depois, em Hamburgo, ganhou o francês Gilles Simon. Num torneio em que era o 5º cabeça-de-série - e depois de ter derrotado o compatriota e principal favorito, Gäel Monfils, nos quartos-de-final -, o tenista gaulês garantiu o 2º título da temporada ao derrotar o espanhol Nicolas Almagro (3º CS) por 6-4 4-6 6-4.
Simon tornou-se no primeiro francês a ganhar em Hamburgo em 25 anos, depois de Henri Leconte o ter feito em 1986.
Boa vitória do francês, que pode não ser um entertainer como Tsonga e Monfils, mas que é um grande jogador - o meu francês preferido.
Agora que o torneio de Atlanta acabou, vou falar um bocado sobre isso. Mardy Fish venceu o compatriota John Isner, 3-6 7-6 6-2, depois de salvar dois match-points (neste caso, championship-points) no tie-break do segundo set.
Não vi o jogo, estive a acompanhar a final da Copa América (ganha pelo Uruguay, 3-0 ao Paraguai). Eu estava pelo Isner, não gosto muito do Mardy Fish e identifico-me um bocado com o estilo de jogo do finalista derrotado. E ele teve 2 match-points! -.-
Parece que ele não foi ao casamento do irmão para estar presente no torneio... É assim John, Deus castiga.
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